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sábado, 14 de setembro de 2013

PROSVERBIOS -14-SALMOS-9


A mulher sábia edifica a sua casa,
mas com as próprias mãos
a insensata derruba a sua.
2 Quem anda direito teme o Senhor,
mas quem segue caminhos enganosos
o despreza.
3 A conversa do insensato
traz a vara para as suas costas,
mas os lábios dos sábios os protegem.
4 Onde não há bois o celeiro fica vazio,
mas da força do boi vem a grande colheita.
5 A testemunha sincera não engana,
mas a falsa transborda em mentiras.
6 O zombador busca sabedoria
e nada encontra,
mas o conhecimento vem facilmente
ao que tem discernimento.
7 Mantenha-se longe do tolo,
pois você não achará conhecimento
no que ele falar.
8 A sabedoria do homem prudente
é discernir o seu caminho,
mas a insensatez dos tolos é enganosa.
9 Os insensatos zombam
da ideia de reparar o pecado cometido,
mas a boa vontade está entre os justos.
10 Cada coração conhece
a sua própria amargura,
e não há quem possa partilhar sua alegria.
11 A casa dos ímpios será destruída,
mas a tenda dos justos florescerá.
12 Há caminho que parece certo ao homem,
mas no final conduz à morte.
13 Mesmo no riso o coração pode sofrer,
e a alegria pode terminar em tristeza.
14 Os infiéis receberão a retribuição
de sua conduta,
mas o homem bom será recompensado.
15 O inexperiente acredita
em qualquer coisa,
mas o homem prudente vê bem onde pisa.
16 O sábio é cauteloso e evita o mal,
mas o tolo é impetuoso e irresponsável.
17 Quem é irritadiço faz tolices,
e o homem cheio de astúcias é odiado.
18 Os inexperientes herdam a insensatez,
mas o conhecimento
é a coroa dos prudentes.
19 Os maus se inclinarão
diante dos homens de bem;
e os ímpios, às portas da justiça.
20 Os pobres são evitados
até por seus vizinhos,
mas os amigos dos ricos são muitos.
21 Quem despreza o próximo
comete pecado,
mas como é feliz quem trata com bondade
os necessitados!
22 Não é certo que se perdem
os que só pensam no mal?
Mas os que planejam o bem
encontram amor e fidelidade.
23 Todo trabalho árduo traz proveito,
mas o só falar leva à pobreza.
24 A riqueza dos sábios é a sua coroa,
mas a insensatez dos tolos
produz apenas insensatez.
25 A testemunha que fala a verdade
salva vidas,
mas a testemunha falsa é enganosa.
26 Aquele que teme o Senhor
possui uma fortaleza segura,
refúgio para os seus filhos.
27 O temor do Senhor é fonte de vida,
e afasta das armadilhas da morte.
28 Uma grande população é a glória do rei,
mas, sem súditos,
o príncipe está arruinado.
29 O homem paciente
dá prova de grande entendimento,
mas o precipitado revela insensatez.
30 O coração em paz dá vida ao corpo,
mas a inveja apodrece os ossos.
31 Oprimir o pobre
é ultrajar o seu Criador,
mas tratar com bondade o necessitado
é honrar a Deus.
32 Quando chega a calamidade,
os ímpios são derrubados;
os justos, porém,
até em face da morte
encontram refúgio.
33 A sabedoria repousa no coração
dos que têm discernimento,
e mesmo entre os tolos
ela se deixa conhecer.
34 A justiça engrandece a nação,
mas o pecado é uma vergonha
para qualquer povo.
35 O servo sábio agrada o rei,
mas o que procede vergonhosamente
incorre em sua ira.


Senhor, quero dar-te graças de todo o coração
e falar de todas as tuas maravilhas.
2 Em ti quero alegrar-me e exultar,
e cantar louvores ao teu nome, ó Altíssimo.
3 Quando os meus inimigos
contigo se defrontam,
tropeçam e são destruídos.
4 Pois defendeste o meu direito e a minha causa;
em teu trono te assentaste,
julgando com justiça.
5 Repreendeste as nações e destruíste os ímpios;
para todo o sempre apagaste o nome deles.
6 O inimigo foi totalmente arrasado,
para sempre;
desarraigaste as suas cidades;
já não há quem delas se lembre.
7 O Senhor reina para sempre;
estabeleceu o seu trono para julgar.
8 Ele mesmo julga o mundo com justiça;
governa os povos com retidão.
9 O Senhor é refúgio para os oprimidos,
uma torre segura na hora da adversidade.
10 Os que conhecem o teu nome confiam em ti,
pois tu, Senhor, jamais abandonas
os que te buscam.
11 Cantem louvores ao Senhor,
que reina em Sião;
proclamem entre as nações os seus feitos.
12 Aquele que pede contas do sangue derramado
não esquece;
ele não ignora o clamor dos oprimidos.
13 Misericórdia, Senhor!
Vê o sofrimento que me causam
os que me odeiam.
Salva-me das portas da morte,
14 para que, junto às portas da cidade de Sião,
eu cante louvores a ti
e ali exulte em tua salvação.
15 Caíram as nações na cova que abriram;
os seus pés ficaram presos
no laço que esconderam.
16 O Senhor é conhecido
pela justiça que executa;
os ímpios caem em suas próprias armadilhas.
Interlúdio.
17 Voltem os ímpios ao pó,
todas as nações que se esquecem de Deus!
18 Mas os pobres nunca serão esquecidos,
nem se frustrará a esperança dos necessitados.
19 Levanta-te, Senhor!
Não permitas que o mortal triunfe!
Julgadas sejam as nações na tua presença.
20 Infunde-lhes terror, Senhor;
saibam as nações
que não passam de seres humanos.


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