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quinta-feira, 23 de maio de 2013

2- CORINTIOS-5 PROVÉRBIOS13



A nossa habitação celestial

1 Sabemos que, se for destruída a temporária habitação terrena em que vivemos, temos da parte de Deus um edifício, uma casa eterna nos céus, não construída por mãos humanas.
2 Enquanto isso, gememos, desejando ser revestidos da nossa habitação celestial,
3 porque, estando vestidos, não seremos encontrados nus.
4 Pois, enquanto estamos nesta casa, gememos e nos angustiamos, porque não queremos ser despidos, mas revestidos da nossa habitação celestial, para que aquilo que é mortal seja absorvido pela vida.
5 Foi Deus que nos preparou para esse propósito, dando-nos o Espírito como garantia do que está por vir.
6 Portanto, temos sempre confiança e sabemos que, enquanto estamos no corpo, estamos longe do Senhor.
7 Porque vivemos por fé, e não pelo que vemos.
8 Temos, pois, confiança e preferimos estar ausentes do corpo e habitar com o Senhor.
9 Por isso, temos o propósito de lhe agradar, quer estejamos no corpo, quer o deixemos.
10 Pois todos nós devemos comparecer perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba de acordo com as obras praticadas por meio do corpo, quer sejam boas quer sejam más.

O ministério de reconciliação

11 Uma vez que conhecemos o temor ao Senhor, procuramos persuadir os homens. O que somos está manifesto diante de Deus e esperamos que esteja manifesto também diante da consciência de vocês.
12 Não estamos tentando novamente recomendar-nos a vocês, porém estamos dando a oportunidade de exultarem em nós, para que tenham o que responder aos que se vangloriam das aparências e não do que está no coração.
13 Se enlouquecemos, é por amor a Deus; se conservamos o juízo, é por amor a vocês.
14 Pois o amor de Cristo nos constrange, porque estamos convencidos de que um morreu por todos; logo, todos morreram.
15 E ele morreu por todos para que aqueles que vivem já não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.
16 De modo que, de agora em diante, a ninguém mais consideramos do ponto de vista humano. Ainda que antes tenhamos considerado Cristo dessa forma, agora já não o consideramos assim.
17 Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas!
18 Tudo isso provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação,
19 ou seja, que Deus em Cristo estava reconciliando consigo o mundo, não levando em conta os pecados dos homens, e nos confiou a mensagem da reconciliação.
20 Portanto, somos embaixadores de Cristo, como se Deus estivesse fazendo o seu apelo por nosso intermédio. Por amor a Cristo suplicamos: Reconciliem-se com Deus.
21 Deus tornou pecado por nós aquele que não tinha pecado, para que nele nos tornássemos justiça de Deus.



 O filho sábio acolhe a instrução do pai, mas o zombador não ouve a repreensão.
2 Do fruto de sua boca o homem desfruta coisas boas, mas o que os infiéis desejam é violência.
3 Quem guarda a sua boca guarda a sua vida, mas quem fala demais acaba se arruinando.
4 O preguiçoso deseja e nada consegue, mas os desejos do diligente são amplamente satisfeitos.
5 Os justos odeiam o que é falso, mas os ímpios trazem vergonha e desgraça.
6 A retidão protege o homem íntegro, mas a impiedade derruba o pecador.
7 Alguns fingem que são ricos e nada têm; outros fingem que são pobres e têm grande riqueza.
8 As riquezas de um homem servem de resgate para a sua vida, mas o pobre nunca recebe ameaças.
9 A luz dos justos resplandece esplendidamente, mas a lâmpada dos ímpios apaga-se.
10 O orgulho só gera discussões, mas a sabedoria está com os que tomam conselho.
11 O dinheiro ganho com desonestidade diminuirá, mas quem o ajunta aos poucos terá cada vez mais.
12 A esperança que se retarda deixa o coração doente, mas o anseio satisfeito é árvore de vida.
13 Quem zomba da instrução pagará por ela, mas aquele que respeita o mandamento será recompensado.
14 O ensino dos sábios é fonte de vida e afasta o homem das armadilhas da morte.
15 O bom entendimento conquista favor, mas o caminho do infiel é áspero.
16 Todo homem prudente age com base no conhecimento, mas o tolo expõe a sua insensatez.
17 O mensageiro ímpio cai em dificuldade, mas o enviado digno de confiança traz a cura.
18 Quem despreza a disciplina cai na pobreza e na vergonha, mas quem acolhe a repreensão recebe tratamento honroso.
19 O anseio satisfeito agrada a alma, mas o tolo detesta afastar-se do mal.
20 Aquele que anda com os sábios será cada vez mais sábio, mas o companheiro dos tolos acabará mal.
21 O infortúnio persegue o pecador, mas a prosperidade é a recompensa do justo.
22 O homem bom deixa herança para os filhos de seus filhos, mas a riqueza do pecador é armazenada para os justos.
23 A lavoura do pobre produz alimento com fartura, mas por falta de justiça ele o perde.
24 Quem se nega a castigar seu filho não o ama; quem o ama não hesita em discipliná-lo.
25 O justo come até satisfazer o apetite, mas os ímpios permanecem famintos
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