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quarta-feira, 17 de abril de 2013

SALMOS-39-PROVÉRBIOS-7


Eu disse: Vigiarei a minha conduta e não pecarei em palavras; porei mordaça em minha boca enquanto os ímpios estiverem na minha presença.
2 Enquanto me calei resignado, e me contive inutilmente, minha angústia aumentou.
3 Meu coração ardia-me no peito e, enquanto eu meditava, o fogo aumentava; então comecei a dizer:
4 Mostra-me, Senhor, o fim da minha vida e o número dos meus dias, para que eu saiba quão frágil sou.
5 Deste aos meus dias o comprimento de um palmo; a duração da minha vida é nada diante de ti. De fato, o homem não passa de um sopro. Pausa
6 Sim, cada um vai e volta como a sombra. Em vão se agita, amontoando riqueza sem saber quem ficará com ela.
7 Mas agora, Senhor, que hei de esperar? Minha esperança está em ti.
8 Livra-me de todas as minhas transgressões; não faças de mim um objeto de zombaria dos tolos.
9 Estou calado! Não posso abrir a boca, pois tu mesmo fizeste isso.
10 Afasta de mim o teu açoite; fui vencido pelo golpe da tua mão.
11 Tu repreendes e disciplinas o homem por causa do seu pecado; como traça destróis o que ele mais valoriza; de fato, o homem não passa de um sopro. Pausa
12 Ouve a minha oração, Senhor; escuta o meu grito de socorro; não sejas indiferente ao meu lamento. Pois sou para ti um estrangeiro, como foram todos os meus antepassados.
13 Desvia de mim os teus olhos, para que eu volte a ter alegria, antes que eu me vá e deixe de existir.
  Eu disse: Vigiarei a minha conduta e não pecarei em palavras; porei mordaça em minha boca enquanto os ímpios estiverem na minha presença.
2 Enquanto me calei resignado, e me contive inutilmente, minha angústia aumentou.
3 Meu coração ardia-me no peito e, enquanto eu meditava, o fogo aumentava; então comecei a dizer:
4 Mostra-me, Senhor, o fim da minha vida e o número dos meus dias, para que eu saiba quão frágil sou.
5 Deste aos meus dias o comprimento de um palmo; a duração da minha vida é nada diante de ti. De fato, o homem não passa de um sopro. Pausa
6 Sim, cada um vai e volta como a sombra. Em vão se agita, amontoando riqueza sem saber quem ficará com ela.
7 Mas agora, Senhor, que hei de esperar? Minha esperança está em ti.
8 Livra-me de todas as minhas transgressões; não faças de mim um objeto de zombaria dos tolos.
9 Estou calado! Não posso abrir a boca, pois tu mesmo fizeste isso.
10 Afasta de mim o teu açoite; fui vencido pelo golpe da tua mão.
11 Tu repreendes e disciplinas o homem por causa do seu pecado; como traça destróis o que ele mais valoriza; de fato, o homem não passa de um sopro. Pausa
12 Ouve a minha oração, Senhor; escuta o meu grito de socorro; não sejas indiferente ao meu lamento. Pois sou para ti um estrangeiro, como foram todos os meus antepassados.
13 Desvia de mim os teus olhos, para que eu volte a ter alegria, antes que eu me vá e deixe de existir.


1 Meu filho, obedeça às minhas palavras e no íntimo guarde os meus mandamentos.
2 Obedeça aos meus mandamentos, e você terá vida; guarde os meus ensinos como a menina dos seus olhos.
3 Amarre-os aos dedos; escreva-os na tábua do seu coração.
4 Diga à sabedoria: "Você é minha irmã", e chame ao entendimento seu parente;
5 eles o manterão afastado da mulher imoral, da mulher leviana com suas palavras sedutoras.
6 Da janela de minha casa olhei através da grade
7 e vi entre os inexperientes, no meio dos jovens, um rapaz sem juízo.
8 Ele vinha pela rua, próximo à esquina de certa mulher, andando em direção à casa dela.
9 Era crepúsculo, o entardecer do dia, chegavam as sombras da noite, crescia a escuridão.
10 A mulher veio então ao seu encontro, vestida como prostituta, cheia de astúcia no coração.
11 (Ela é espalhafatosa e provocadora, seus pés nunca param em casa;
12 uma hora na rua, outra nas praças, em cada esquina fica à espreita.)
13 Ela agarrou o rapaz, beijou-o e lhe disse descaradamente:
14 "Tenho em casa a carne dos sacrifícios de comunhão, que hoje fiz para cumprir os meus votos.
15 Por isso saí para encontrá-lo; vim à sua procura e encontrei!
16 Estendi sobre o meu leito cobertas de linho fino do Egito.
17 Perfumei a minha cama com mirra, aloés e canela.
18 Venha, vamos embriagar-nos de carícias até o amanhecer; gozemos as delícias do amor!
19 Pois o meu marido não está em casa; partiu para uma longa viagem.
20 Levou uma bolsa cheia de prata e não voltará antes da lua che­ia".
21 Com a sedução das palavras o persuadiu e o atraiu com o dulçor dos lábios.
22 Imediatamente ele a seguiu como o boi levado ao matadouro, ou como o cervo que vai cair no laço
23 até que uma flecha lhe atravesse o fígado, ou como o pássaro que salta para dentro do alçapão, sem saber que isso lhe custará a vida.
24 Então, meu filho, ouça-me; dê atenção às minhas palavras.
25 Não deixe que o seu coração se volte para os caminhos dela, nem se perca em tais veredas.
26 Muitas foram as suas vítimas; os que matou são uma grande multidão.
27 A casa dela é um caminho que desce para a sepultura, para as moradas da morte.
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